Reprodução Assistida com Urologista em São Paulo
- Cordoval Digital
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Quando um casal tem dificuldade para engravidar, a primeira consulta costuma ser com o ginecologista da parceira. Ainda assim, cerca de 50% das causas de infertilidade conjugal envolvem o homem, o que torna a avaliação masculina uma etapa essencial da investigação.
O urologista com atuação em andrologia é o profissional que avalia, diagnostica e trata o fator masculino na Reprodução Assistida. Sem essa análise, o casal pode iniciar tratamentos como FIV ou ICSI sem corrigir alterações masculinas potencialmente tratáveis.
Este guia explica como funciona a reprodução Assistida com Urologista, em quais situações o especialista deve participar do processo e qual é o papel dele em cada etapa da investigação e do tratamento.
O que é o fator masculino na Reprodução Assistida
O fator masculino na Reprodução Assistida está presente em cerca de metade dos casais inférteis. Em parte deles é contribuinte, quando ambos têm alguma alteração; em outros é exclusivo, quando só o homem apresenta o problema.
Essa distinção muda a conduta. No fator contribuinte, tratar o homem às vezes basta para o casal engravidar de forma natural ou com técnica simples. No fator exclusivo ou grave, a Reprodução Assistida com Urologista costuma ser o caminho, com a técnica definida pela gravidade da alteração.
Cabe ao Urologista avaliar esse fator com quatro frentes: espermograma, hormônios, anatomia e genética. É uma investigação que vai além de um único exame e define o caminho do tratamento, uma vez que cada frente responde a uma pergunta:
O espermograma mede a produção e a qualidade dos espermatozoides.
Os hormônios mostram como o eixo de comando dessa produção funciona.
A anatomia, por exame e ultrassom, identifica varicocele e obstruções.
A genética entra nos casos mais graves, como a azoospermia.
A Reprodução Assistida com Urologista começa justamente por aí: avaliar o homem antes de escolher a técnica evita que o casal avance sem identificar uma causa corrigível. Por isso, buscar essa investigação com um especialista é parte importante de uma decisão precisa e individualizada.
Avaliação masculina antes de iniciar a Reprodução Assistida
Na Reprodução Assistida com Urologista, a avaliação do homem é a etapa que mais agrega segurança ao processo. Ela define se há algo a tratar antes de partir para a técnica de Reprodução Assistida.
O objetivo não é apenas confirmar se o homem pode seguir para o procedimento, mas reconhecer possibilidades de otimizar o resultado. Quando o espermograma melhora com tratamento prévio, pode ser possível indicar uma técnica menos complexa e favorecer a chance de sucesso.
Espermograma
O espermograma analisa concentração, motilidade e morfologia dos espermatozoides, segundo os parâmetros da OMS de 2021. É o primeiro exame do urologista de fertilidade masculina.
Os valores de referência da OMS incluem concentração a partir de cerca de 16 milhões por mililitro, motilidade progressiva em torno de 30% e morfologia normal a partir de 4%. São limites estatísticos, não uma linha exata entre fértil e infértil.
Um resultado normal não garante a ausência de problema, e pode pedir exames complementares. Um resultado alterado exige investigar a causa antes de definir a técnica de RA, conforme detalhado no artigo de interpretação e limites do espermograma.
Exames Complementares
A depender do resultado do espermograma, o Urologista solicitará exames adicionais. Cada um responde a uma pergunta clínica específica.
Hormônios (FSH, LH, testosterona): avaliam o eixo hipotálamo-hipófise-gônadas.
Doppler escrotal: identifica varicocele, caso exame físico duvidoso.
Fragmentação de DNA espermático: indicado em falha de FIV.
Cariótipo: investiga a Oligozoospermia grave.
Biópsia testicular: indicada na Azoospermia.
Esses exames, quando analisados em conjunto, permitem identificar com mais precisão a origem da infertilidade masculina e direcionar o tratamento da Reprodução Assistida com Urologista de forma individualizada.
A sequência dos exames segue uma lógica: o espermograma orienta o que pedir a seguir, sem solicitar tudo de uma vez. Essa investigação dirigida economiza tempo e custo para o casal e é uma marca do Urologista de fertilidade masculina experiente.
Tratamento antes da Reprodução Assistida
Em alguns casos, corrigir alterações masculinas antes da Reprodução Assistida com Urologista (RA) pode melhorar o resultado ou simplificar a técnica necessária. Essa decisão é tomada pelo Urologista com base nos exames e no impacto de cada achado sobre a fertilidade.
A varicocele associada a espermograma alterado pode ser operada antes da FIV, com chance de melhorar os parâmetros seminais. O hipogonadismo tratado pode normalizar o espermograma, e qualquer infecção identificada deve ser tratada antes da coleta para RA.
A revisão dos medicamentos em uso também faz parte da avaliação. Alguns remédios e a própria reposição de testosterona suprimem a produção de espermatozoides e precisam ser ajustados antes da coleta.
Os hábitos entram na mesma análise. Tabagismo, calor excessivo na região dos testículos e uso de anabolizantes podem piorar o espermograma, e a orientação sobre esses fatores costuma ser o primeiro passo antes de qualquer técnica.
Portanto, corrigir alterações masculinas antes da Reprodução Assistida ajuda a definir uma estratégia mais precisa e compatível com o caso. Por isso, a avaliação com um Urologista de fertilidade masculina deve fazer parte do planejamento antes da escolha da técnica.
Quando cada técnica de Reprodução Assistida é indicada
A escolha da técnica de Reprodução Assistida com Urologista depende diretamente do espermograma e da avaliação do casal. A tabela resume as indicações, da mais simples à mais complexa.
Técnica | Quando é indicada (fator masculino) | Referência de espermograma |
Coito programado | Alteração limítrofe, parceira com ciclo regular | Parâmetros levemente abaixo do ideal |
Inseminação intrauterina (IIU) | Alteração leve, tubas permeáveis | ≥ 5 milhões de móveis progressivos após capacitação |
FIV convencional | Falha de IIU ou alteração moderada | Concentração e motilidade moderadamente reduzidas |
ICSI | Fator masculino moderado a grave | Concentração muito baixa, motilidade ou morfologia muito alteradas |
ICSI + MESA ou MicroTESE | Azoospermia obstrutiva ou não obstrutiva | Ausência de espermatozoides no ejaculado |
Técnicas de menor complexidade
O coito programado e a Inseminação Intrauterina (IIU) são métodos de Reprodução Assistida com Urologista indicados quando a alteração seminal é leve e o contexto feminino permite uma abordagem menos complexa. Em geral, essas opções fazem mais sentido quando há espermatozoides móveis em quantidade suficiente após o preparo seminal.
Referências clínicas em reprodução humana, como a ASRM, reforçam que a inseminação depende de parâmetros mínimos após a capacitação do sêmen. Por isso, o espermograma não serve apenas para diagnosticar o fator masculino, mas também para definir se a IIU ainda é uma opção viável.
Fertilização In Vitro com urologista
A FIV com Urologista entra quando a inseminação não é indicada, já falhou ou quando a alteração seminal exige uma etapa laboratorial mais avançada. Na Fertilização In Vitro (FIV) convencional, os espermatozoides são colocados em contato com os ovócitos em laboratório, sem injeção direta.
Essa técnica de Reprodução Assistida com Urologista costuma ser considerada quando ainda há quantidade e qualidade espermática suficientes para permitir a fertilização no laboratório. O papel do médico é avaliar se existe alguma causa masculina tratável antes da coleta.
Materiais clínicos da Mayo Clinic descrevem a FIV como uma técnica em que óvulos e espermatozoides são trabalhados fora do corpo para formar embriões. No fator masculino, essa informação precisa ser conectada ao espermograma, porque a qualidade seminal influencia a escolha entre FIV convencional e ICSI.
Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides (ICSI)
A ICSI para infertilidade masculina é indicada quando o fator masculino é de moderado a grave. Nessa técnica, um único espermatozoide é injetado diretamente em cada ovócito, o que reduz a dependência de motilidade, concentração e capacidade espontânea de fertilização.
A técnica é um recurso especialmente útil em alterações relevantes do sêmen, como baixa concentração, motilidade reduzida, morfologia muito alterada ou uso de espermatozoides recuperados cirurgicamente. Por isso, ela é uma abordagem central na Andrologia e Reprodução Assistida.
Compreender a diferença entre coito programado, IIU, FIV e ICSI evita decisões automáticas e ajuda o casal a seguir uma estratégia compatível com a causa da infertilidade. Por isso, a avaliação com um Urologista especialista em Andrologia deve fazer parte do planejamento antes da escolha da técnica.
O Urologista e a clínica de Reprodução Assistida
A Reprodução Assistida com Urologista funciona de forma integrada à clínica de reprodução. Enquanto a equipe de reprodução conduz a técnica escolhida para o casal, o urologista avalia o fator masculino, trata alterações identificadas e planeja a coleta ou recuperação dos espermatozoides.
Qual é o papel de cada equipe?
Cada equipe atua em uma parte específica do processo, mas as decisões precisam estar alinhadas. Essa comunicação evita atrasos, melhora o planejamento e permite que o tratamento masculino seja considerado antes da escolha definitiva da técnica.
O Urologista avalia espermograma, hormônios, anatomia, genética e condições tratáveis.
A equipe de reprodução avalia a parceira, define a técnica e organiza as etapas laboratoriais.
As duas equipes alinham o momento da coleta, da punção dos ovócitos e, quando necessário, da recuperação cirúrgica dos espermatozoides.
Por que o alinhamento entre as equipes importa?
A integração entre Andrologia e Reprodução Assistida aparece sobretudo na coordenação das etapas . Em muitos casos, a coleta ou a recuperação dos espermatozoides precisa ocorrer no mesmo período da punção dos ovócitos, o que exige coordenação entre agendas, laboratório e equipe médica.
A idade da parceira também influencia o ritmo das decisões. Quando a janela reprodutiva é menor, o Urologista considera esse contexto para definir se há tempo para tratar uma alteração masculina antes da técnica ou se o casal deve avançar para uma estratégia mais direta.
Quando há recuperação cirúrgica de espermatozoides
Nos casos de Azoospermia, o alinhamento entre urologista e clínica de reprodução se torna ainda mais importante. Procedimentos como MESA ou MicroTESE precisam ser programados junto ao ciclo da parceira, para que os espermatozoides recuperados possam ser usados no momento adequado.
Contudo, essa coordenação não deve depender do casal. Quando o Urologista já atua em fertilidade masculina, ele entende as exigências da FIV e da ICSI, conversa com a equipe de reprodução e organiza a etapa masculina dentro do planejamento completo.
A atuação conjunta entre Urologista e clínica de Reprodução Assistida ajuda a transformar exames, técnica e coordenação em uma estratégia coerente. Por isso, incluir o Urologista desde o início é uma forma de conduzir o fator masculino com mais precisão.
Preservação de fertilidade masculina antes da Reprodução Assistida
A criopreservação de sêmen é uma camada de segurança importante antes de qualquer procedimento, visto que garante material disponível mesmo que a coleta do dia falhe.
Antes de cirurgias ou tratamentos invasivos, o congelamento preserva os espermatozoides. Uma coleta extra no dia da punção serve de backup, e os espermatozoides recuperados por MESA ou MicroTESE também podem ser congelados.
O congelamento é especialmente importante antes de quimioterapia, radioterapia ou vasectomia, situações que comprometem a produção de espermatozoides. Nesses casos, preservar antes do tratamento é a forma de manter a chance de paternidade biológica no futuro.
Na prática, a criopreservação é simples: a amostra é coletada, analisada e congelada em nitrogênio líquido, onde se mantém viável por anos. No dia da punção, descongela-se apenas o necessário. Para o homem com produção instável, ter uma amostra guardada evita remarcar o ciclo por causa de uma única coleta ruim.
Para o casal, a criopreservação reduz o risco de interrupções no ciclo por falha ou baixa qualidade da coleta no dia programado. Por isso, discutir essa possibilidade com o Urologista ajuda a incluir a preservação de fertilidade no planejamento da Reprodução Assistida.
Reprodução assistida com o Dr. Matheus Gröner em São Paulo
A Reprodução Assistida com Urologista começa com uma avaliação completa do fator masculino. O Dr. Matheus Gröner é Urologista com atuação em Andrologia e Reprodução Humana, Doutor em Ciências pela UNIFESP e membro do Comitê de Andrologia da SBRH, com atendimento em São Paulo, SP.
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Se você e sua parceira estão iniciando a Reprodução Assistida ou já tentaram sem sucesso, a avaliação masculina é um passo que não deve ser pulado. É ela que identifica causas tratáveis e define a técnica certa.
Agende sua consulta com o Dr. Matheus Gröner e tenha uma avaliação completa do fator masculino antes da reprodução assistida.
As informações fornecidas neste texto são apenas para fins informativos e educacionais e não substituem a consulta médica. Sempre procure orientação médica para diagnóstico e tratamento adequados.
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Conteúdo atualizado em 2026.
Matheus Ferreira Gröner I Urologia I CRM-SP 153016 I RQE 7858
FAQ - Dúvidas frequentes sobre Reprodução Assistida com Urologista em São Paulo
1. Qual médico cuida do fator masculino na reprodução assistida?
O urologista com atuação em andrologia. Ele avalia espermograma, hormônios, anatomia e genética, e trata as causas masculinas antes ou durante o processo de reprodução assistida.
2. O urologista participa do processo de FIV?
Sim. O urologista cuida do homem: avalia, trata e recupera espermatozoides quando necessário. A médica reprodutora conduz a parceira e a técnica em si, em parceria com o urologista.
3. Quando a FIV é indicada para infertilidade masculina?
A FIV é indicada quando a IIU falha ou o espermograma está moderadamente alterado. No fator masculino moderado a grave, a ICSI passa a ser o padrão dentro da FIV.
4. Qual a diferença entre coito programado e IIU?
O coito programado monitora a ovulação e orienta a relação na janela fértil. A IIU prepara o sêmen em laboratório e o introduz no útero. A IIU exige melhores parâmetros após a capacitação.
5. Como funciona a RA em casos de azoospermia?
Na azoospermia, o urologista recupera espermatozoides por MESA, no epidídimo, ou MicroTESE, no testículo. Os espermatozoides recuperados são usados na ICSI para fertilizar os ovócitos.
6. O urologista e a reprodutora trabalham juntos?
Sim. O urologista responde pelo homem e a reprodutora pela parceira. A comunicação entre as equipes garante o timing correto, com a coleta de espermatozoides no dia da punção.
7. Quais são os critérios do espermograma para RA?
A técnica é escolhida pelos parâmetros do espermograma. A IIU costuma exigir ao menos 5 milhões de móveis progressivos após capacitação; abaixo disso, indica-se FIV ou ICSI.
8. Quantas tentativas de IIU fazer antes de ir para FIV?
Em geral, de três a quatro tentativas de IIU antes de avançar para a FIV. O número exato depende da idade da parceira e da resposta de cada ciclo.
9. ICSI ou FIV convencional: qual é melhor para fator masculino?
A ICSI é mais indicada no fator masculino moderado a grave, por injetar o espermatozoide direto no ovócito. A FIV convencional serve quando a alteração é apenas moderada.
10. Quanto custa a avaliação do urologista para reprodução assistida?
O valor varia conforme os exames necessários em cada caso. A orientação é agendar a consulta para definir o que será solicitado e ter um plano claro de avaliação.





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