Infertilidade masculina: causas, exames e tratamentos
- Cordoval Digital
- 9 de jul.
- 11 min de leitura
Estima-se que um em cada seis casais enfrenta dificuldade para engravidar. Em cerca de metade dos casos, o fator masculino na infertilidade contribui ou é o principal responsável, mas a investigação do homem ainda costuma ser adiada, o que pode atrasar o diagnóstico.
A infertilidade masculina não deve ser tratada como um diagnóstico definitivo antes da avaliação completa. As causas de infertilidade no homem podem envolver alterações hormonais, varicocele, infecções, fatores genéticos e alterações no sêmen, muitas delas com possibilidade de conduta específica.
O primeiro passo é entender o que está acontecendo, com apoio de um Urologista de fertilidade ou especialista em infertilidade masculina. Este guia explica os exames para infertilidade masculina, as principais causas e as opções de tratamento para infertilidade masculina.
O que é infertilidade masculina: definição e prevalência
Fala-se em infertilidade conjugal quando não há gravidez após 12 meses de relações sem proteção. Esse prazo cai para 6 meses quando a parceira tem mais de 35 anos, porque a idade feminina passa a exigir uma investigação mais rápida.
Cerca de 15% dos casais em tentativa enfrentam essa dificuldade. O fator masculino na infertilidade está presente em aproximadamente metade dos casos, seja como causa única, seja associado a alterações femininas que também precisam ser avaliadas.
No cenário mundial, estudos publicados na Oxford Academy apontam queda na contagem média de espermatozoides nas últimas décadas, relacionada a fatores ambientais e de estilo de vida. O dado não define o risco individual de infertilidade masculina, mas reforça a importância da investigação.
Por que o homem também deve ser investigado?
A principal consequência desses dados é investigar os dois lados do casal simultaneamente. Avaliar apenas a parceira pode atrasar o diagnóstico e adiar um tratamento para infertilidade masculina que, em alguns casos, poderia ser mais simples.
Também existe um componente cultural importante: alguns homens adiam a avaliação por constrangimento ou pela ideia equivocada de que fertilidade é um assunto exclusivamente feminino. Contudo, quanto antes o fator masculino for investigado, mais cedo o casal tem um plano claro.
Outro ponto que atrasa o diagnóstico é a ausência de sintomas. A infertilidade no homem raramente causa dor ou alterações perceptíveis no dia a dia, e muitos homens só descobrem alguma alteração ao realizar o espermograma. Não perceber alterações sintomáticas não garante fertilidade.
Quando antecipar a avaliação?
Há situações em que a avaliação pode ser indicada antes mesmo de completar um ano de tentativas. Isso vale para homens com fatores de risco, como varicocele conhecida, criptorquidia na infância, infecções testiculares, cirurgias prévias ou tratamento oncológico anterior.
Vale ainda diferenciar infertilidade de esterilidade. A infertilidade indica dificuldade para engravidar dentro do período esperado e pode ter causas tratáveis; a esterilidade corresponde à impossibilidade definitiva de gerar uma gestação, condição bem mais rara.
Ainda assim, a maioria dos casos tem explicação após uma investigação adequada. A infertilidade, portanto, raramente representa ausência absoluta de possibilidades, e o caminho começa por identificar a causa com um Urologista de Fertilidade.
Causas de infertilidade no homem
As causas de infertilidade no homem são variadas, e identificá-las é o que define o tratamento. A Mayo Clinic agrupa essas causas entre problemas de produção, de transporte e de função dos espermatozoides.
Varicocele
A varicocele é a causa tratável mais frequente de infertilidade masculina, identificada em cerca de 35% a 40% dos homens inférteis. Trata-se da dilatação das veias do escroto, alteração que pode elevar a temperatura testicular e comprometer a produção de espermatozoides.
Na maioria dos casos, a varicocele não causa sintomas e é descoberta durante a investigação. Quando há queixas, elas costumam envolver sensação de peso, desconforto testicular ou piora ao longo do dia e após esforço físico.
A presença de varicocele não determina, por si só, indicação cirúrgica. A conduta deve considerar o impacto no espermograma, o desconforto, a idade da parceira e o projeto reprodutivo do casal, com possibilidade de correção microcirúrgica quando bem indicada.
Azoospermia
A azoospermia corresponde à ausência de espermatozoides no ejaculado. A condição é identificada em cerca de 1% dos homens e em 10% a 15% dos homens inférteis, sendo uma das alterações mais relevantes na investigação da infertilidade masculina.
A condição pode ser classificada em azoospermia obstrutiva, quando há produção de espermatozoides, mas bloqueio nos ductos de transporte, ou não obstrutiva, quando existe falha na produção testicular. Essa distinção é essencial, pois define prognóstico, exames complementares e conduta.
Embora o diagnóstico gere preocupação, ele não significa ausência definitiva de chance reprodutiva. Em muitos casos, o tratamento da azoospermia envolve técnicas cirúrgicas de recuperação espermática, como MESA, PESA, TESE ou MicroTESE, conforme a origem da alteração.
Causas Hormonais
Alterações nos níveis de FSH, LH e testosterona podem comprometer diretamente a produção de espermatozoides e contribuir para a infertilidade. Entre as causas, estão:
Disfunções da hipófise.
Alterações no hipotálamo.
Uso de testosterona externa, que pode suprimir o eixo hormonal masculino.
Em parte dos casos, essas alterações respondem bem ao tratamento clínico. A correção do desequilíbrio hormonal pode melhorar os parâmetros do espermograma e reduzir o impacto da infertilidade no homem, sem necessidade de abordagem cirúrgica.
Os sinais podem incluir queda de libido, cansaço, perda de massa muscular e alterações no desempenho físico. O uso de testosterona sem indicação médica exige atenção, pois pode piorar a produção espermática, e a recuperação do eixo hormonal costuma levar meses de acompanhamento.
Causas Genéticas
Algumas causas têm origem genética. A síndrome de Klinefelter (47,XXY), as microdeleções do cromossomo Y e mutações no gene CFTR, associadas à ausência dos canais deferentes, estão entre as principais.
Essas condições são investigadas por exames específicos, indicados sobretudo na azoospermia e na oligozoospermia grave. O diagnóstico genético orienta o prognóstico e a melhor estratégia de tratamento.
O resultado não interessa só ao homem. Ele informa o risco de transmitir a alteração aos filhos, o que pode indicar a triagem de embriões na reprodução assistida. É uma informação que o casal tem o direito de conhecer antes de decidir.
ISTs e Infecções
Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), como clamídia e gonorreia, podem causar processos inflamatórios, obstrução dos ductos reprodutivos e prejuízo à fertilidade. O HPV e outras infecções genitais também devem ser considerados na investigação clínica.
O impacto das ISTs na fertilidade conjugal pode ocorrer de forma silenciosa, sem sintomas evidentes. Por isso, o rastreamento faz parte da avaliação do homem, especialmente quando há histórico de exposição, infecções prévias ou alterações no espermograma.
A prevenção e o tratamento oportuno reduzem o risco de sequelas permanentes. Uso de preservativo, diagnóstico precoce e acompanhamento adequado ajudam a evitar que uma infecção silenciosa se torne uma causa de infertilidade.
Fatores de Estilo de Vida
Tabagismo, consumo excessivo de álcool, obesidade, exposição ao calor escrotal e uso de anabolizantes podem comprometer a produção de espermatozoides. Esses fatores são frequentes na investigação da infertilidade masculina e, em muitos casos, podem ser modificados.
Como a produção espermática ocorre em ciclos, mudanças sustentadas de hábito podem refletir no espermograma após alguns meses. Controle de peso, redução de álcool e tabaco, atividade física orientada e menor exposição ao calor podem complementar o tratamento da causa principal.
O uso de anabolizantes exige atenção específica, pois pode suprimir o eixo hormonal masculino e reduzir intensamente a produção de espermatozoides. A suspensão deve ser conduzida com acompanhamento médico, já que a recuperação pode levar meses e variar entre os pacientes.
Infertilidade sem causa aparente
Em parte dos casais, os exames para infertilidade masculina e feminina não identificam alterações relevantes, mas a gestação não ocorre dentro do período esperado. Esse quadro é chamado de infertilidade sem causa aparente e exige avaliação além dos exames básicos.
Nesses casos, podem ser investigados fatores complementares, como fragmentação do DNA espermático, alterações imunológicas e aspectos funcionais da fecundação.
Mesmo sem uma causa única definida, a reprodução assistida pode ser considerada conforme a idade da parceira, o tempo de tentativa e o histórico do casal.
A ausência de um diagnóstico específico não significa ausência de possibilidades. Quando a investigação inicial não explica a dificuldade, o acompanhamento com um Especialista em infertilidade masculina ajuda a definir os próximos passos e a escolher a estratégia reprodutiva mais adequada.
Investigação da infertilidade masculina: quais exames são necessários
Os exames para infertilidade masculina seguem uma ordem lógica, do mais simples ao mais específico. A tabela resume quando cada um é solicitado.
Exame | Quando é solicitado |
Espermograma | Sempre; é o exame inicial da investigação |
Exames hormonais (FSH, LH, testosterona, prolactina) | Azoospermia, Oligozoospermia grave ou suspeita hormonal |
Doppler de bolsa escrotal | Dificuldade de avaliação de varicocele; avaliação do volume testicular |
Fragmentação do DNA espermático | Espermograma normal sem gravidez, falha de FIV ou abortos de repetição |
Cariótipo e genética | Azoospermia e Oligozoospermia grave (menos de 5 milhões/mL) |
A American Urological Association (AUA) recomenda que a investigação inicial da infertilidade no homem comece pela avaliação clínica e pelo espermograma. Exames complementares devem ser solicitados de forma direcionada, conforme os achados da consulta e do resultado seminal.
A investigação não deve ser conduzida como um pacote fixo de exames. Solicitar todos os testes de uma vez pode aumentar custos, gerar ansiedade e produzir resultados de difícil interpretação. Por isso, os exames para infertilidade masculina devem seguir uma sequência clínica.
O objetivo da avaliação é identificar causas com possibilidade de tratamento e orientar a melhor conduta para cada paciente. Cada exame deve contribuir para transformar a dúvida inicial em um plano diagnóstico e terapêutico claro, individualizado e realista.
Dentre os exames solicitados, estão:
Espermograma: principal exame inicial da investigação. Avalia concentração, motilidade e morfologia dos espermatozoides.
Exames Hormonais: incluem FSH, LH, testosterona total e prolactina. Ajudam a identificar alterações no eixo hormonal que podem afetar a produção espermática.
Doppler de Bolsa Escrotal: exame de imagem usado para avaliar testículos, vascularização e presença de varicocele quando o exame físico é dificultoso. Também mede o volume testicular.
Fragmentação do DNA Espermático: avalia a integridade genética dos espermatozoides. Pode ser indicado em falhas de Fertilização In Vitro (FIV), abortos de repetição ou infertilidade sem causa aparente.
Cariótipo e exames genéticos: investigam alterações cromossômicas, microdeleções do Cromossomo Y e mutações do gene CFTR. São indicados em casos graves, como azoospermia e oligozoospermia severa.
Esses resultados têm impacto no aconselhamento reprodutivo, inclusive sobre prognóstico, possibilidade de recuperação espermática e risco de transmissão de alterações genéticas. Por isso, devem ser solicitados de forma direcionada, dentro de uma investigação conduzida por Especialista em Infertilidade Masculina.
Tratamentos da infertilidade masculina: o que funciona?
O tratamento para infertilidade masculina depende da causa identificada na investigação. As opções podem incluir abordagem cirúrgica, tratamento clínico, mudanças de hábitos e Reprodução Assistida, conforme o grau de alteração seminal e o contexto reprodutivo do casal.
Antes de indicar técnicas mais complexas, é importante avaliar se há uma causa corrigível. Tratar varicocele, alterações hormonais, obstruções ou fatores modificáveis pode melhorar o espermograma e, em alguns casos, permitir uma estratégia reprodutiva mais simples.
Tratamento Cirúrgico
O tratamento cirúrgico é indicado quando há causas anatômicas ou obstrutivas. A varicocelectomia microcirúrgica corrige a varicocele, a vasovasostomia pode reverter a vasectomia e técnicas como MESA, TESE ou MicroTESE permitem recuperar espermatozoides em casos selecionados.
Esses procedimentos podem favorecer a fertilidade natural ou viabilizar a Reprodução Assistida, especialmente nos quadros de azoospermia. Em buscas sobre o tratamento da azoospermia, é importante entender que a conduta depende da diferença entre a forma obstrutiva e a não obstrutiva.
Tratamento Clínico Hormonal
Quando a causa é hormonal, o tratamento clínico pode ser indicado para reativar ou melhorar a produção de espermatozoides. Medicamentos como hCG, FSH e clomifeno podem ser utilizados em situações específicas, sobretudo em alterações do eixo hipotálamo-hipófise-testicular.
Vitaminas e antioxidantes podem ser empregados como adjuvantes em alguns protocolos, mas não substituem o tratamento da causa principal. Como a produção espermática ocorre em ciclos, a resposta costuma ser avaliada ao longo de meses, com repetição do espermograma.
Reprodução Assistida
Quando a correção da causa não é suficiente ou quando o tempo reprodutivo exige uma conduta mais objetiva, a Reprodução Assistida pode ser indicada. A escolha da técnica depende da gravidade da alteração seminal, da idade da parceira e da presença de fatores femininos associados.
A inseminação intrauterina pode ser considerada em alterações leves; a Fertilização In Vitro (FIV), em alterações moderadas; e a ICSI, nos casos de fator masculino grave. Na azoospermia, a ICSI pode ser associada à recuperação cirúrgica de espermatozoides.
A Reprodução Assistida não elimina a necessidade de avaliar o homem. Investigar e tratar causas corrigíveis antes do procedimento pode permitir uma técnica mais simples, melhorar a qualidade da amostra e aumentar a precisão do tratamento para infertilidade masculina.
Qual médico consultar: o papel do Urologista
O médico responsável pela investigação do fator masculino na infertilidade é o Urologista com atuação em Andrologia e fertilidade masculina. É esse profissional que avalia o homem de forma completa, correlacionando histórico clínico, exame físico, espermograma e exames complementares.
A infertilidade masculina deve ser investigada desde o início da dificuldade reprodutiva do casal. O Ginecologista conduz a avaliação da parceira, enquanto a clínica de Reprodução Assistida organiza as técnicas laboratoriais quando indicadas.
Ainda assim, a investigação aprofundada do homem exige um Urologista de Fertilidade desde o início do processo. Esse profissional reúne diagnóstico do fator masculino, indicação de tratamento clínico ou cirúrgico e integração com a equipe de Reprodução Assistida.
Na primeira consulta, o especialista avalia antecedentes, hábitos, histórico reprodutivo, uso de medicamentos e possíveis fatores de risco. Também realiza o exame dos testículos e define quais exames são realmente necessários para cada caso.
Consulte o Dr. Matheus Gröner para o tratamento de infertilidade masculina
A avaliação da infertilidade no homem é indicada após 12 meses de tentativas sem gravidez, ou após 6 meses quando a parceira tem mais de 35 anos. Em situações de risco, como varicocele, azoospermia, vasectomia prévia ou tratamento oncológico anterior, a investigação pode ser antecipada.
O Dr. Matheus Gröner (CRM-SP 153016 | RQE 78587) é médico pela UFSCar, Urologista, Especialista em Reprodução Humana e Doutor em Ciências pela UNIFESP. Atua na investigação da infertilidade, saúde reprodutiva do homem e tratamento de casais inférteis, com atendimento em São Paulo.
Também é Médico Assistente e Preceptor da Residência Médica em Reprodução Humana da UNIFESP, além de integrar o Comitê de Andrologia da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH). Sua atuação combina avaliação clínica, exames direcionados e definição individualizada da conduta.
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A investigação da infertilidade masculina exige uma análise integrada. Essa abordagem permite identificar causas tratáveis e orientar o casal com mais precisão sobre as possibilidades de tratamento.
Agende uma consulta com o Dr. Matheus Gröner para investigar a infertilidade, compreender os fatores envolvidos e definir a conduta mais adequada para o seu caso.
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Conteúdo atualizado em 2026.
FAQ - Dúvidas frequentes sobre Infertilidade masculina: causas, exames e tratamentos
1. Infertilidade masculina tem cura definitiva?
Em muitos casos, sim. Causas como varicocele, infecções e alterações hormonais são tratáveis e podem restaurar a fertilidade. Quando não há cura, a reprodução assistida costuma viabilizar a gravidez.
2. Quanto tempo leva para tratar a infertilidade masculina?
Depende da causa. Mudanças de estilo de vida e tratamento clínico mostram efeito no espermograma em três a seis meses. A recuperação após cirurgia também segue esse ritmo de renovação.
3. O que fazer quando a infertilidade masculina não tem causa aparente?
Investiga-se a fragmentação do DNA espermático e causas imunológicas, além de revisar o fator feminino. Mesmo sem diagnóstico fechado, a FIV ou a ICSI podem ser indicadas para contornar o problema.
4. Homem com infertilidade pode ter filhos com FIV?
Sim. A FIV e, sobretudo, a ICSI permitem a paternidade mesmo em alterações graves. Na azoospermia, a recuperação cirúrgica de espermatozoides viabiliza a técnica na maioria dos casos.
5. A infertilidade masculina é hereditária?
Algumas causas são genéticas, como a síndrome de Klinefelter e as microdeleções do cromossomo Y. Por isso o cariótipo é indicado em casos graves, e o aconselhamento genético orienta o casal.
6. Quais exames o urologista pede para investigar infertilidade?
O espermograma é o exame inicial. Conforme o resultado, somam-se exames hormonais, Doppler de bolsa escrotal, fragmentação de DNA espermático e, em casos graves, cariótipo e testes genéticos.
7. Como a infertilidade masculina afeta a saúde mental e o casal?
O diagnóstico pode gerar ansiedade, culpa e tensão no relacionamento. Conversar abertamente, dividir a investigação e buscar apoio profissional ajudam o casal a enfrentar o processo unido.
8. A infertilidade masculina melhora com mudança de estilo de vida?
Pode melhorar. Parar de fumar, reduzir o álcool, controlar o peso e evitar calor escrotal melhoram o espermograma em alguns meses. São medidas que somam ao tratamento da causa.
9. Qual médico consultar: Urologista ou Andrologista?
O andrologista é o urologista com atuação em andrologia, então é o mesmo profissional. É ele quem investiga e trata o fator masculino, diferente do ginecologista, que cuida da parceira.
10. Infertilidade conjugal: quem deve fazer os exames primeiro?
Os dois ao mesmo tempo. Como o fator masculino está em metade dos casos, investigar apenas a parceira atrasa o diagnóstico. A avaliação simultânea do casal é a conduta correta.





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