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Tratamento de fertilidade para a população LGBT

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    Cordoval Digital
  • há 22 horas
  • 7 min de leitura
Tratamento de fertilidade para a população LGBT

Fertilidade e projetos reprodutivos para casais homoafetivos e trans


O crescimento de casais homoafetivos e de casais trans já se reflete na rotina dos consultórios médicos em São Paulo. A busca por reprodução assistida deixou de ser exceção e passou a integrar projetos familiares bem estruturados, com acompanhamento médico e planejamento reprodutivo individualizado.


Para a comunidade LGBTQIA+, falar em tratamento de fertilidade envolve ciência, acolhimento e decisões personalizadas. Técnicas modernas de reprodução assistida, como Fertilização In Vitro, ICSI e entre outras deixaram vivas o sonho de ter filhos para diferentes configurações familiares.


Quem procura caminhos seguros em reprodução assistida encontra hoje protocolos consolidados, legislação mais clara e equipes focadas em tratamento reprodutivo. Continue a leitura para entender mais sobre o tema e conhecer o trabalho do Dr. Matheus Gröner com a população LGBT.


Para entender melhor as possibilidades de fertilidade dentro da comunidade LGBTQIA+, vale marcar uma consulta com um especialista em Reprodução Humana em São Paulo, como o Dr. Matheus Gröner.


Como a reprodução assistida atende aos projetos familiares de casais homoafetivos e trans?


A técnica de reprodução humana assistida transformou positivamente o cuidado reprodutivo da comunidade LGBTQIA+ ao oferecer alternativas técnicas para quem deseja construir família sem abrir mão da segurança médica.


Assim, casais homoafetivos e trans encontram na reprodução assistida protocolos que consideram fatores genéticos, hormonais e emocionais. Dentro dessa técnica, o tratamento de fertilidade é planejado caso a caso. 


Para a comunidade LGBTQIA+, isso significa avaliar idade, reserva reprodutiva, desejo de vínculo genético e participação ativa de ambos os parceiros pelo sonho de ter filhos.


Para entender qual caminho faz sentido no seu caso, o ideal é procurar um especialista em Reprodução Humana em São Paulo e iniciar a avaliação clínica completa.


Quais são as técnicas de reprodução assistida e como elas atuam em cada caso na população LGBT?


Antes de falarmos sobre as técnicas de reprodução assistida em si, em primeiro lugar, é preciso deixar claro que elas podem variar de caso a caso. Além disso, quando falamos sobre fertilidade para a população LGBT, temos que considerar várias questões como:


  • Identidade de gênero: É como a pessoa se reconhece internamente em relação ao gênero, como homem, mulher, ambos, nenhum ou outro. Essa vivência é subjetiva e não depende do corpo físico.

  • Expressão de gênero: É a forma como a pessoa mostra seu gênero ao mundo, por meio de roupas, comportamento, linguagem e aparência. Pode ou não estar alinhada à identidade de gênero.

  • Sexo biológico ou genitália: Refere-se às características físicas e reprodutivas com as quais a pessoa nasce, como cromossomos, hormônios e genitais. Não define, por si só, a identidade de gênero ou a orientação sexual.

  • Orientação sexual: Diz respeito a por quem a pessoa sente atração afetiva, emocional ou sexual. Está relacionada ao interesse, não à identidade ou expressão de gênero.


Estabelecidos brevemente os conceitos acima, vamos mostrar como essa reprodução pode atuar entre lésbicas, gays e trans.


Lésbicas


A obtenção legal dos espermatozoides no Brasil é feita através de doação anônima ou por doação familiar, com um parente de quarto grau de uma das parceiras (sem relação consanguínea com o óvulo).


Casais homoafetivos formados por duas mulheres podem engravidar por meio de três métodos:


  • Inseminação Intrauterina: o sêmen doado é colocado diretamente no útero no período fértil, permitindo que a fecundação ocorra naturalmente dentro do corpo. 

  • ICSI: o espermatozoide é injetado diretamente dentro do óvulo em laboratório, formando o embrião que depois é transferido para o útero. 

  • Método ROPA: uma das mulheres fornece os óvulos, que são fertilizados em laboratório, e a outra recebe o embrião para gestar. Essa técnica permite a gestação compartilhada, em que ambas participam biologicamente da gravidez.


Gays


Casais homoafetivos formados por dois homens precisam de óvulos de doadora (anônima ou familiar de até quarto grau, sem consanguinidade com o espermatozoide). Além disso, a doadora dos óvulos não pode ser a mesma que irá ceder o seu útero para a gravidez.


Neste caso a pessoa que servirá de barriga solidária (útero de substituição) deve seguir alguns pontos determinados pelo CFM (Conselho Federal de Medicina):


  • Se for familiar, quarto grau de um dos parceiros com pelo menos um filho vivo. Caso não seja, precisa de autorização do CFM.

  • A mulher deve ter menos de 50 anos de idade para evitar riscos na gravidez. Caso ultrapasse esta idade, deve ter uma autorização médica.


Observação: é proibido por lei brasileira que ocorra a barriga de aluguel. Para o CFM não pode haver envolvimento financeiro para a cessão do útero para a gravidez.


A gravidez ocorre por ICSI, implantando o espermatozoide no óvulo doado e depois o embrião no útero de substituição.


Trans


Pessoas trans também podem realizar reprodução assistida, desde que possuam ou tenham preservado gametas (óvulos ou espermatozoides). O tipo de tratamento depende do sexo biológico de nascimento, do uso de hormônios e de possíveis cirurgias realizadas ao longo da transição.


Para homens trans


Homens trans podem engravidar se ainda possuírem esses órgãos funcionais ou se tiverem óvulos congelados antes do início da hormonização ou de cirurgias.


Nesses casos, é possível realizar inseminação intrauterina, Fertilização In Vitro, método ROPA (a depender da orientação sexual), utilizando sêmen de doador ou de parceiro, e o próprio homem trans pode gestar o bebê, se desejar.


Para mulheres trans


Mulheres trans (pessoas que nasceram com testículos) podem utilizar espermatozoides congelados antes da terapia hormonal ou da cirurgia.


Esses espermatozoides podem ser usados em inseminação artificial, Fertilização In Vitro ou ICSI, com a gestação ocorrendo em uma parceira, barriga solidária ou útero de uma mulher cis, conforme o projeto reprodutivo do casal ou da pessoa.


A escolha da técnica de reprodução assistida deve considerar saúde reprodutiva, projeto familiar e o momento atual de vida. Para isso, contar com um especialista em Reprodução Humana em São Paulo facilita decisões bem informadas.


Procure um especialista em Reprodução Humana para saber mais qual é o melhor caminho no seu caso.



Além da técnica médica, quais outras características estão envolvidas no tratamento de fertilidade para a comunidade LGBTQIA+?


Na população LGBT, o tratamento reprodutivo também aborda aspectos emocionais, sociais e legais. O acompanhamento psicológico, integrado às técnicas de fertilidade, fortalece decisões conscientes e reduz inseguranças ao longo do processo.


A reprodução assistida moderna considera que o tratamento de fertilidade não se resume a exames e procedimentos. Para a população LGBT, o acolhimento faz parte do sucesso terapêutico, especialmente em trajetórias que envolvem doação de gametas ou barriga solidária.


Os reflexos na prática clínica


Na prática clínica, esse cuidado ampliado se reflete na forma como o tratamento reprodutivo é comunicado e conduzido. Para a comunidade LGBTQIA+, compreender cada etapa da reprodução humana assistida, seus limites e impactos, reduz ansiedade e fortalece a autonomia nas escolhas.


Nesse contexto, transparência, linguagem clara e escuta ativa ajudam a alinhar expectativas e a evitar frustrações ao longo do percurso reprodutivo. Também não podemos negligenciar o contexto legal e familiar que cerca o tratamento de fertilidade


Quando esses aspectos são integrados ao planejamento médico, o processo se torna mais seguro e coerente com o projeto de vida dos casais homoafetivos. Afinal, a técnica reprodutiva também envolve cuidado, respeito e construção de futuro.


Buscar um tratamento reprodutivo com profissionais experientes garante clareza, respeito e orientação contínua. Entre em contato com o Dr. Matheus Gröner.



Por que o cuidado do Dr. Matheus Gröner faz diferença para a para casais homoafetivos e para a comunidade LGBTQIA+ em geral?


O acompanhamento do Dr. Matheus Gröner, Urologista e especialista em Reprodução Humana, integra ciência médica, escuta qualificada e respeito à diversidade.


Na comunidade LGBTQIA+, é esse alinhamento entre um olhar mais técnico com um tratamento humanizado que faz diferença em cada etapa do tratamento de fertilidade.


Agende a sua consulta


A atuação do Dr. Matheus Gröner envolve reprodução assistida, Fertilização In Vitro e cuidados específicos em Urologia para projetos parentais diversos. Casais homoafetivos e trans encontram suporte completo desde a avaliação inicial até o acompanhamento pós-procedimento.


Para quem busca um tratamento de fertilidade alinhado à realidade da comunidade LGBTQIA+ e às necessidades dos casais homoafetivos, vale entrar em contato e marcar consulta com o Dr. Matheus Gröner.


🏥 Endereço do Instituto Medicina em Foco: Rua Frei Caneca 1380, Consolação, São Paulo, CEP 01307-000.


🕗 Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8h às 21h.


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📲 Telefone para WhatsApp: (11) 93024-1065 - segunda a sexta, das 7h às 22h, sábados, das 7h às 14h.


Para mais informações, siga o Dr. Matheus Gröner nas redes sociais:



Matheus Ferreira Gröner I Urologia I CRM-SP 153016 I RQE 78587


FAQ - Dúvidas frequentes sobre tratamento de fertilidade para a população LGBT


1. Como a reprodução assistida pode ajudar casais homoafetivos a realizarem o sonho de obter filhos?


A reprodução assistida organiza o tratamento de fertilidade para casais homoafetivos, com técnicas seguras e personalizadas.


2. Quais são as opções de tratamento de fertilidade disponíveis hoje para a população LGBT?


O tratamento de fertilidade inclui reprodução assistida, Fertilização In Vitro e inseminação artificial para a população LGBT.


3. A Fertilização In Vitro é indicada para todos os tipos de família plural?


A Fertilização In Vitro pode atender diferentes pessoas LGBTQIA+ e famílias plurais, desde que seja bem avaliada no tratamento de fertilidade.


4. Como funciona a inseminação artificial para casais homossexuais e pessoas trans?


A inseminação artificial é indicada quando há útero apto à gestação e integra o tratamento reprodutivo da população LGBT com protocolos individualizados.


5. O que é o método ROPA e quando ele pode ser uma alternativa para casais femininos?


O método ROPA proporciona que ambas as parceiras participem da gestação e integra o tratamento reprodutivo de casais femininos da população LGBT.


6. Em quais situações a barriga solidária é permitida no tratamento de fertilidade?


Ela é indicada no tratamento reprodutivo quando não há possibilidade gestacional, mas seguindo normas éticas da reprodução humana para a comunidade LGBTQIA+.


7. Pessoas trans podem recorrer à reprodução humana preservando sua fertilidade?


Sim, a reprodução humana assistida oferece preservação dentro do tratamento de fertilidade da população LGBT.


8. Qual é o papel do Urologista em São Paulo no cuidado reprodutivo de casais homoafetivos?


O Dr. Matheus atua no tratamento de fertilidade e na reprodução humana assistida da população LGBT, com foco integral.


9. Quando a preservação da fertilidade deve ser considerada dentro da população LGBT?


A preservação deve ser avaliada cedo no tratamento reprodutivo da comunidade LGBTQIA+, dentro da técnica de reprodução humana escolhida.


10. Como escolher o melhor caminho reprodutivo respeitando a identidade e o projeto familiar de cada casal?


Com avaliação individual, reprodução humana assistida e tratamento reprodutivo alinhados à realidade da comunidade LGBTQIA+.

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